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Gosto de crónicas

por Um Gajo Na Merda, em 31.07.18

Adoro crónicas. Adoro ler livros de crónicas e é isso que me tem feito folhear livros actualmente. A riqueza e diversidade do que pode ser lido num único livro, é para mim o maior atrativo deste género. Os autores depois fazem o resto. 

Comecei da forma mais estranha. Há anos, a dupla Bruno Nogueira e João Quadros, faziam para a TSF o mítico programa semana Tubo de Ensaio. Graças ao formato de papel pude espremer ao máximo e folhear a riqueza daqueles textos que poderiam ir do assunto da actualidade mais banal até ao mais complexo sempre sobre o ponto de vista de dois humoristas. Foi fascinante. Comprei os cinco livros. 

Pouco mais tarde descobri a riqueza das palavras de Miguel Esteves Cardoso. Coisa estranha para quem já está por dentro do mundo literário, mas para quem como eu que até então me tinha desligado totalmente do mundo dos livros, foi uma autêntica descoberta de ouro. Entretanto comecei também a ler as obras de Ricardo Araújo Pereira e Nuno Markl. Um encanto.

Para quem como eu que no passado não tinha pachorra para pegar num livro e assistir ao desenrolar de uma história, sugiro a leitura de crónicas. A leitura é leve e um excelente recomeço para se voltar a folhear. Autores não faltam. Basta ter uma genuína curiosidade para se ler o que eles têm para nos oferecer. 

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publicado às 09:38

Sinto-me solidário com os lisboetas

por Um Gajo Na Merda, em 30.07.18

Fui experiênciar por três dias o dia-a-dia dos lisboetas de forma ligeira. Para quem vem do  norte do país o descontrolo encontrado é real. A quantidade de pessoas que se vê nas ruas, tanto os turistas como os simples e comuns habitantes é gritante e assustadora. Deu-me a sensação por várias vezes que Lisboa é uma cidade que não conseguiu acompanhar a popularidade que foi conquistando ao longo dos últimos dez anos. 

Os transportes públicos estão velhos. Esteticamente são horríveis. Falta-lhes cor, comodidade, e conforto. O metro do Porto apesar de possuir muitas falhas, está a anos luz destas que mencionei e que se encontram presentes nos transportes públicos de Lisboa.

Não sei se aguentaria viver com o ritmo aliciante da capital do país, e espero que o Porto nunca chegue a este declínio. Que cresça à medida que se vá tornando popular, de forma a apresentar qualidade tanto aos que vivem como aos que pretendam viver na cidade invicta. 

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publicado às 09:39


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